Aqui eu conto algo que te faz “teletransportar”, visualizar, viver e sentir coisas de um mundo paralelo, com diversos personagens nas mais variáveis situações. Em questão de poucos minutos te levo na escrita e quando você menos esperar, acabou, te trago de volta. Aqui você verá sarcasmo, humor, amor, loucuras, questões sociais, beleza, natureza entre outras coisas mais que forem surgindo. Fiquem à vontade e embarquem nesses colchetes de realidades. Ótima leitura a todos.
sexta-feira, 2 de outubro de 2020
Amor e colorimetria
sábado, 23 de maio de 2020
Um presente
Eu estava estudando neurociências quando recebi uma mensagem na tela do meu notebook:
"Você recebeu um vale presente. O que você precisa saber: Será um dia de folga, com tudo pago, o tempo passará diferente pra quem não for com você e eles ficarão bem. Você não precisa se preocupar com absolutamente nada, descanse. Aceita?"
Eu sorri sem acreditar. Aliás, duvidando. Será? Mas sorrindo e em tom de brincadeira respondi como se eu pudesse falar pra quem escreveu aquilo: "Aceito!" Fechei a janela que apareceu isso e fui dormir. Acordei com som de chuva, olhei pra cima e afastei a cortina da janela, gotas de chuva descendo lentamente; chovia forte, mas deu pra ver, que havia muito verde e uma claridade dizia que o sol já estava por ali. Fechei os olhos e fiquei ouvindo... Barulho de água forte escorrendo, não parecia ser pelas calhas, mas por riachos, estava tão bom... A cama me acolhia ali com um frio que vinha apenas do clima, sem ventilador, sem ar-condicionado. Espreguicei-me e me encolhi em meio a lençóis e edredons tão macios e alvos que poderia sugerir que estava nas nuvens. Percebi que eu estava nua. Confortavelmente nua deitada por entre as cobertas.
Sentei na cama e me dei conta: eu estava em outro lugar. Da cama eu via uma pequena sala, mas não havia TV, apenas um sofá de madeira com almofadas volumosas estampadas com mandalas em tons pastéis, não tinha tapetes em lugar algum, nem precisava, o piso era de madeira, ao lado do sofá uma mesa lateral quadrada e com entalhes, um abajur rústico igual ao que estava do lado da cama que eu estava; do lado da luminária, caneta e papel a espera de escritos um vasinho de cerâmica branco com detalhes coloridos e uma plantinha nele. Na frente de tudo isso, uma bancada de cimento queimado e tampo de madeira; era como uma copa, alguns poucos armários, frigobar e louças brancas. Tinha uma jarra com água e flores cor de rosa seco em cima da bancada e um bilhete abaixo dela. No meu campo de visão também dava pra ver uma porta a direita e depois da copa e salinha, cortinas brancas que pareciam esconder grandes portas. Eu estava em uma espécie de chalé, com estrutura toda de madeira. Fitei o bilhete, levantei e fui até ele.
"O café será servido na casa ao lado. Não se preocupe com a hora."
Lembrei-me do: "Você não precisa se preocupar com
absolutamente nada, descanse." Então eu estava vivendo o tal presente!
Como eu cheguei ali? Não sei. Levantei enrolada em um lençol e fui a porta,
supunha que ali poderia ter alguma roupa, ser o banheiro, e era. Ao abrir a
porta vi que o banheiro era bem grande, o piso dele era diferente, uniforme em
tom de bege, as paredes com pedras grandes em seus vários tons de marrons.
Tinha várias plantas suspensas, a cuba da pia ficava em cima de uma bancada de
madeira maciça e atrás dela um espelho grande, foi quando eu me vi. O cabelo
solto, leve e macio, eu estava sem resquícios de maquiagem, mas não havia
marcas firmes de olheiras, a pele parecia mais bonita, aproximei e vi que
parecia ter passado por uma limpeza de pele, sobrancelha feita... Eu estava em
um SPA? Não me lembro de nada! Meu rosto dizia que tive uma boa
noite de sono e o resto do meu corpo também sinalizava isso.
Por trás de uma cortina de conchinhas encontrei o chuveiro, ao fundo do espaço pra banho plantas e pedrisco no chão com uma parede mais atrás coberta de planta; a chuva estava caindo diretamente nas plantas, observei que nessa parte, não havia teto. Liguei o chuveiro além de a água descer, automaticamente começou uma música instrumental de gênero "profundo, envolvente e zen", eu não sei explicar. A água estava um tanto morna e ao lado da cortina havia um roupão branco e extremamente robusto e confortável só de olhar. Parecia feito com o mesmo tecido da manta da cama. Ao terminar o banho vesti.
Fui pra o quarto e dessa vez eu vi perto da cama uma mesinha com uma
pequena mala de palhinha. Lá estavam alguns pertences meus! Uma calça azul
estampada de praia, uma regatinha de algodão branca, meus chinelos, entre
outras coisas; arrumei-me empolgada, abri as cortinas e vi portas grandes de
vidro para um jardim imenso que mais parecia uma floresta e uma ponte pequena
logo na frente da varanda me ajudariam a atravessar o riacho que passava por
baixo. Havia sim, águas correntes por ali, além da chuva! Eu não me molhei
muito porque a ponte era coberta em cima; segui indo aonde a ponte levava.
Lembrei: Estou sozinha! Radiantemente sozinha. Sentindo bem e
amada... Quem será que me deu esse presente?
Depois de umas poucas curvas (onde dava pra ver que havia outros chalés por ali perto) encontrei a "casa ao lado". Pequenos degraus de madeira me fizeram entrar nela. O que era pra ser a sala era um restaurante de madeira e vidro que possuía um formato que lembrava uma casa; lindo! Ali sim, tinha algumas pessoas, casais, famílias, crianças brincando em mesas menores, neném lambuzado de comida, mas as mesas eram espaçadas e eu não conseguia ouvir nada além da música e algumas risadas. As pessoas pareciam tranquilas e satisfeitas, eu estava encantada e fiquei mais ainda quando vi a mesa com um banquete!
A mesa estava bem colorida e saborosa só de olhar. Tinha frios, folhados, cuscuz, frutas, sucos diversos, café, leite e um cardápio de comidas a mais a serem feitas. Separei o que eu comeria em uma bandeja que havia disposta para os clientes; levei a mesa e me sentei olhando aquela paisagem deslumbrante. Quando eu terminei, uma moça veio falar comigo e me entregou um panfleto em papel reciclável que dispunha de algumas práticas disponíveis naquele lugar, juntamente com um mapa que me guiaria pra cada uma e seus horários de funcionamento. Lá havia: aulas de yoga, pilates, vários tipos de meditação, pintura, oficinas de artesanato, culinária, musicoterapia, hidroterapia, diversos tipos de massagem; salão de beleza, feirinha... Era um “mini mundo” bom, pensei. "Aqui é o céu"?
Passei a tarde inteira entre Yoga, meditação, banho livre na piscina, massagem, aula de culinária em que aproveitei todos os meus sentidos sensoriais, dei boas risadas. Até a manicure dispunha de óleos essenciais para massagem nos pés e nas mãos, eu amei! Aprendi a fazer penteados afros também. Quase que saio tendo adotado alguma filha (risos). Fiz amizades e jantei com um pessoal "vibe" boa. Comemos pizza! Divinas pizzas de sabores inusitados que eu não sei o nome além de nomeá-las de: delícias estupendas! E tomamos vinho, brindamos, oramos em gratidão. Começamos brandos falando baixinho e depois já estávamos em conversas mais altas e sorrindo bastante. Dançamos também. Não sei explicar qual era o gênero. Era uma mistura dançante! Saias rodopiavam, calças erguidas, pés descalços ou, sandálias baixinhas confortáveis. Foi muito bom!
Voltei ao quarto em estado de êxtase, sozinha e feliz. Amada. Foi como me senti o dia inteiro. Especial, cuidada. E foi lindo de ver que cada um parecia se sentir assim também. Tinha amor exalado pra todo mundo. Vinha daquelas plantas? "Oxigenamor"? Vinha dos céus nas gotas de chuva? Vinha da terra e alimento que nos sustenta? Vinha do sol, da noite que nos aquece e nos sombreia? Vinha de tudo. Vinha das criações do Criador. Era presente dEle mas é claro! A perfeição da sua natureza detalhada em tudo, detalhada e transmitida em nós. Essas pessoas não poderiam ser tão lindas em suas inúmeras expressões e aptidões se não tivessem um tanto de Deus em cada uma delas.
Ahh... Foi lindo. E agradeci e agradeço por cada momento em que fui agraciada e amada. Eu não fiz nada pra merecer, mas Ele me apresentou um céu na terra pra eu saborear um pouco do muito que ainda está por vir. E já foi tanto!
sábado, 2 de maio de 2020
Ela ficou no passado
- Eu lembro dela. Lembro como ela era a uns anos atrás; mas lembrar dela a uns anos atrás é lembrar dela como é hoje.domingo, 26 de abril de 2020
Mil melodias, uma só linguagem
Bem, quando eu era adolescente, umas amigas e eu fomos a uma viagem no período das férias para um interior onde morava a avó da sua madrinha Ana. Murilo, irmão dela, também levou alguns amigos e logo juntamos a turma para nos divertirmos. Eu não enxergava ainda, então me descreviam alguns lugares e pelo cheiro, textura, sons, como também, pelas cores fortes, eu podia ver na minha memoria, na minha criatividade em montar cenários, o que estava a minha frente ali.
Nos recolhemos antes que os outros acordassem. Continuamos o nosso passeio com a turma mais dois dias e deixamos escapar a nossa comunicação. Nossos amigos ficaram espantados, porque eles não entendiam como poderíamos tão bem nos comunicar quando sozinhos e daquela maneira. Depois desses dias, voltei para capital. Ele ficou... E se tornou aquele amor de verão, sabe? Mas continuou pulsante guardado com carinho dentro de mim, porque aqueles dias tinham sido mágicos! Afinal, a gente se permitiu ir além do que poderíamos realizar com nossas limitações físicas, porque não fomos restringidos a isso. O sensorial, a mente... essa sensibilidade, o querer, nos permitiu tudo!Daí surgiu uma nova história, linda e foi aí que depois veio você.
segunda-feira, 20 de abril de 2020
Somando dois não dá um
14 anos recém completados e ela sentiu vontade, finalmente, de beijar alguém. Em meio ao seu cotidiano surgiu um sentimento diferente de tudo que ela viverá: Paixão. Por um menino. Ela se gloriou por isso; gostava de meninos, apenas. "Olha só! Não sou tão problemática assim!". E mais, gostava de apenas um rapaz em especial. "Aiinnn... Ele é clássico, fala baixinho, escreve carta, educado, se veste bem, discreto, cheio de sensibilidade, força e objetivo. " Com esses pensamentos, e sentimento reciproco, o romance começou. Coisa linda, roteiro de novela das 18h. Ela apaixonada, escrevia lindamente pra ele, eles moravam distante e poxa... Aquela novela mexicana de saudades. Mas, Arlete tinha aquela característica lembra? Ás vezes quando se aborrecia de tantas perguntas ela culpava o signo: "Não tenho culpa se nasci sendo de gêmeos!" quinta-feira, 2 de abril de 2020
O rapaz dos intervalos
A conversa fluía entre eles, sempre; desde o início. Entendiam os sarcasmos, as ironias e as bobagens um do outro. Ela se apresentava muito expressiva, sagaz na linguagem, curiosa e mística; ele zoeira, atencioso e sincero. Diante de conversas empolgantes, resolveram se encontrar pessoalmente, sair pra comer.
O primeiro encontro foi do tipo detalhista. A cor das unhas foram notadas, o desgosto por vinagrete na comida dele também, as vozes, o jeito que mexe nas coisas... E como sabiam que estavam sendo observados, se atrapalhavam, entre realidade x expectativa. Queriam mostrar o real, mas até que ponto?
Com uns dias se passando teve histórias em restaurante, bar, praia a noite, cinema, casa... Era divertido, casual, rir a toa, até que falaram mais sobre as seriedades da vida. Isso assustou, Téo foi indo e ela o deixei ir. Não demorou muito, ela seguiu dando uma continuidade da vida como realmente era: um novo recomeço; pensou: Foi só um rapaz num intervalo.
Ao se encontrarem, pareceu comum e estranho se verem, afinal conversavam tanto pelo celular que não parecia ter passado anos. Mas ao mesmo tempo, estavam diferentes, pois os anos dão acabamento em muitas arestas. Foi nítido, o quanto ficavam perto mostrava que queriam um pouco mais. Depois Téo revelou e Vanessa também foi recíproca: Queriam ter se abraçado mais, mas poderia ser estranho querer isso de um amigo virtual.
"Vou convocá-lo pra gente jogar alguma partida on-line!"
terça-feira, 22 de outubro de 2019
Lua no aquário
Ela nascerá numa cidade do litoral, pela sua cor, já veio bronzeada; seu cabelo é tão suave quanto uma boa brisa, cor de mel (até ela inventar mudar de cor). A menina deu o ar da graça, em seu nascimento, iluminada pelos primeiros raios de sol de uma manhã no primeiro trimestre do ano. Sua mãe, diante de várias filhas e não sei informar mais o quê, não sabia que nome lhe dar, então deu um nome extremamente parecido com o de uma das outras, chamou-a prontamente de Luana. Mas cada ser é tão único, que a letra que desassociava o seu nome com o da irmã, já não fazia mais diferença, porque ela era a própria diferença! Esta menina ganhou um apelido: Lua, que pra falar a verdade, condiz muito mais com ela. Ela ainda vive dentro do aquário, que por sua vez não é quadrado, não tem regras bem estabelecidas, não tem movimentos bruscos de novidades a um tempo, mas tem pessoas. A maioria, homens. Vários tipos deles, mas com algo em comum em característica: o fato de serem mentirosos. Cada um, em uma área. Isso fez com que demorasse demais a saber o que realmente era verdade, ficava confusa entre o que era dito; entre uma expressão ou outra, e até de sentimentos.
Ao longo desse período no aquário, se apaixonou, chorou, se desiludiu, reclamou, magoou, sentiu-se acolhida, riu de muitas bobagens... Encontrou refugio não somente em Deus, mas em séries e filmes. Sim! Pois a arte nos faz viver para além dessa vida, em questão de minutos.
Ela é bastante curiosa e conhecendo um homem que entendia mais de mar do que ela poderia imaginar, perguntou, pergunta de tudo, muito! Mas continuava um tanto confusa. Entre não conhecer e saber demais sem ter vivido aquilo; ficava na dúvida entre acreditar no amor, ou na coisa libertina por si só; entre ter uma vida cristã e garantir uma boa vida na eternidade ou, aproveitar essa vida como se não houvesse amanhã (porque pela justificativa de quem ela convivia, aproveitar a vida não condizia com uma vida cristã); ficou entre se entregar, ou recuar. Entre ser irmã, filha, amiga, ou qualquer outra coisa. Ficou em dúvida, como ser.
Mas Lua em aquário falava alto, quando falava. Era inconstante, uma pessoa que se irritava fácil, de poucos sorrisos, diziam que ela era fria, controlada, estranha... Ela se sentia diferente, incompreendida, sensível demais. Ficou entre uma mistura de exposição entre se amostrar com a de se esconder. Passou a se mostrar mais, o que era por fora, para encantar, para poder dizer: "agora sou eu que digo não!". Virou sereia. Aprenderá no aquário o que importa pra muitos homens... E decidiu entrar na dança. Porém, pelo visto, ainda não era totalmente a dela.Lua vivia indo ao mundo dela. Interno, sozinha, introspectiva em várias coisas, ou alguns nadas. Se teletransportava para o "mundo da lua." E no meio desse impasse de se formar, eis que chegou outra garota no aquário! "Mais uma... Que não deve durar." Suponho que pensou. Ela se intrigava com a garota e na verdade, quase não dava a mínima pra ela, a não ser a questão de estar circulando muito por um espaço que era só seu. Mas com um tempo, a garota, mesmo longe, conseguiu ir se aproximando dela e Lua também. Reciprocidade.
Havia algo de muito diferente naquela nova garota que chegou. A novata parecia ser de aquário, mas entendia também sobre mar, ela aproveitava a vida, como também vivia uma vida cristã; ela é uma pessoa amável, porém não doce de abusar; ela é eficiente no trabalho, mas chega atrasada; ela sabe de muita coisa e tem a humildade de dizer: "Estava desorientada. Agora fud**!" Etc... Esse jeito, meio cá, meio lá... Aproximou as duas. Porque a sinceridade, o bom humor e amor atraem.
A garota novata esperou o tempo de Lua para ela ir se revelando e não a julgou; viu ela em todas as suas fases e mesmo assim continuo na sua linha: Respeito - é o mínimo que todos devem ter um para com outro; tempo, pra cada coisa e cada um; processo - uma constância de alto conhecimento; amor - a Deus e ao próximo sempre; luz - para revelar verdades e se revelar! A garota acreditava em tudo isso, e passou isso pra ela.
Lua iluminou-se mais linda, porque a luz que faltava chegou. Não... Não foi a garota novata! Foi Deus por meio da garota. Foi o cuidado dele vindo de todos os lados, mesmo a Lua não sabendo o que fazer, nem as vezes enxergando claramente isso. A luz dEle resplandece chegando e atuando por meio de algumas pessoas. Candeias. Deus cooperou. Mais uma vez.
Seu hobby afrontoso tornou-se a busca por uma profissão! Procurando autoconhecimento encontrou sua essência e encontra a cada dia mais! Lua não veio de um aquário para viver em outro tão somente nele. Lua também ilumina, também encanta, também faz revelarmos nossa sensibilidade, intuição, intimidade; nos estimula a querer ver por além das aparências e ela também, exagera na sensibilidade. Ela mesmo deveria se atentar, que merece ser observada como um todo, com zelo e amor; até por ela mesma. Sem orgulho, mas por ser filha de quem é.
Hoje ela sabe sua origem e vai de encontro ao mar, porque é lá onde ela se encontra mais... Hoje ela tem mais coragem que antes, mais calmaria; sabe que pode encontrar e merece, não menos que, um digno amor que misture boas loucuras e singelos sorrisos (por que, não?); que a amizade é tão importante, que o contato com a família também é; que a gente deve ser gentil, por não saber o que as pessoas estão passando; que ela pode se mostrar em vários desenhos e tatuagens são viciantes; que livros também são meio de transporte e muito conhecimento; que as pessoas se renovam, que algumas a gente deseja a paz de longe; que deve perdoar pra poder seguir; que o mundo é bem mais do que aquele aquário pra onde ela veio inicialmente; que ela pode transbordar nessa jornada! E que na prática isso tudo é muito difícil e leva tempo.
Lua não só passou a se mostrar mais como uma tropicana perdida; mas também se fez sereia e continua a buscar explorar mais o mapa da sua vida. Para descobri-la a regra é: ser uma pessoa que goste de mergulhar, isto é, não ser uma pessoa rasa. Ela, tornou-se voz dentro do aquário, deu voz a seu lado aquariano de ser, a
seu lado pisciano de ser, deu voz a ela por inteira. Estar a se
descobrir.P.s: Bom mergulho moça! Contudo, não esqueça, como seu amigo do mar falou sobre a vida: "Só não pode ficar imerso no fundo por muito tempo, pode ser muito ruim de voltar. Vá, mas suba..." Mergulhe, moça, porque você é muito bonita em sua natureza de escamas e liberdades.



